mastite (4)

Abaixo link para download de cartilhas produzidas pela equipe da Embrapa Gado de Leite.

Esta coleção é elaborada a partir de textos científicos de interesse prático e imediato dos produtores rurais, com a linguagem adaptada ao dia a dia no campo. 

As cartilhas tem como objetivo auxiliar a melhoria das condições de trabalho, produção e produtividade agrícola e também servem de apoio pedagógico para a interlocução entre extensionistas e produtores rurais.

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Cuidados com o pré-dipping

O newsletter do National Mastitis Council (NMC) de setembro/outubro de 2010 chama atenção para os cuidados necessários durante a realização da desinfecção de tetos antes da ordenha, também chamado de pré-dipping, para que esta etapa do processo de ordenha não se torne uma fonte de contaminação para o leite por resíduos químicos.A preocupação sobre como fazer o pré-dipping não deve ser apenas em relação ao tempo de ação do produto germicida na superfície dos tetos da vaca, para completa eliminação das bactérias que colonizam a região. O desinfetante utilizado nesta etapa da preparação para a ordenha pode contaminar o leite, principalmente, em duas situações: (1) quando os tetos não são bem secos com papel-toalha descartável (após 30 segundos da aplicação do produto); (2) quando a concentração do produto desinfetante está muito alta.Em alguns países, existe o limite máximo permitido de concentração de iodo a ser utilizado no pré-dipping. Como no Brasil ainda não temos essa definição, os técnicos, produtores e ordenhadores devem ficar atentos para que os benefícios do pré-dipping, como redução na ocorrência de mastite por patógenos ambientais e também na contagem bacteriana total do leite não sejam diminuídos diante do risco de contaminação do leite pelos desinfetantes utilizados.Maiores informações: Udder Topics, The NMC Newsletter. Volume 33, N° 4 & 5, pag 4. September/October, 2010.
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O projeto CDA-RAM trata da consolidação de um Centro Colaborador em Defesa Agropecuária (CDA) para monitoramento e avaliação do risco da resistência aos antimicrobianos (RAM) de bactérias patogênicas do gado de leite (CDA-RAM). Ele está estruturado para o monitoramento da resistência antimicrobiana dos patógenos da mastite bovina, devido à importância econômica e produtiva desta doença para a atividade agropecuária brasileira. O CDA-RAM é sediado na Embrapa Gado de Leite, Juiz de Fora, MG, e é coordenado pela pesquisadora Dra. Maria Aparecida V. P. Brito. Para atuar em escala nacional, foram estabelecidas parcerias estratégicas com seis unidades laboratoriais localizadas nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Os laboratórios parceiros estão sediados nas seguintes Instituições: (1) Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); (2) Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC); (3) Laboratório de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública da niversidade Paranaense (UNIPAR), Campus Umuarama; (4) Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), Campus Pirassununga; (5) Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Lavras (UFLA); (6) Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Nas quatro etapas de campo do projeto - uma a cada semestre - são coletadas amostras de leite individuais de vacas, nos rebanhos previamente selecionados, para exame microbiológico do leite, isolamento e identificação dos patógenos causadores de mastite e testes de susceptibilidade aos antimicrobianos. A equipe do CNPGL já esteve nos municípios de Barbacena, Santa Rita do Ibitipoca e Rio Preto-MG.

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Nota: Mastite bovina causada por Bacillus

Infecção de glândula mamária causada por bactérias do gênero Bacillus foi um dos destaques do Newsletter do National Mastitis Council (NMC), de dezembro de 2010.

 

Essa é uma bactéria comumente isolada nas análises microbiológicas de leite nos laboratórios. Um pequeno crescimento (poucas colônias) em uma amostra de leite geralmente significa contaminação da amostra. Mas as bactérias do gênero Bacillus devem ser consideradas como causa da infecção intramamária se amostras contínuas de leite apontam grande e puro crescimento de colônias de Bacillus, juntamente com alta contagem de células somáticas ou casos clínicos de mastite.

 

A infecção intramamária bovina por Bacillus não é comum, mas tem sido associada a uso de material de tratamento contaminado (seringas, aplicadores), solução antibiótica contaminada ou inadequada desinfecção da extremidade dos tetos antes da aplicação do antibiótico intramamário.


Por isso, toda medida de higiene no manejo das vacas em lactação é fundamental para manter reduzido o risco de mastite por Bacillus, mesmo que a freqüência não seja alta.

 

NMC, Udder Topics Vol. 33, N° 6, Dez 2010.
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