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Após dois anos de quedas consecutivas, a captação brasileira de leite voltou a crescer em 2017. O aumento foi 4,03% em relação a 2016. O ranking dos maiores laticínios do País mostrou um aumento de 5,6% na captação. Já o ranking dos TOP 100 produtores de leite indicou um crescimento de 10% na produção. Isso aponta para um movimento de consolidação e especialização nesta cadeia produtiva, tanto no âmbito do produtor quanto da indústria.

Com a aproximação da entressafra, os preços do leite ao produtor seguem em recuperação, mas os valores reais continuam abaixo do patamar observado no primeiro trimestre de 2017. Os pecuaristas também estão percebendo aumento no custo do concentrado que refletiu no ICPLeite/Embrapa, com elevação de 5,3% em março.

No atacado, o leite UHT segue com pequena valorização, subindo 1,5% nos últimos 15 dias para R$2,40/litro. O aumento do preço do leite ao produtor depende da evolução dos preços na indústria, até porque as margens dos laticínios estão muito reduzidas, tanto no mercado de leite UHT quanto no de muçarela.

De todo modo, a expectativa para a economia em 2018 é melhor, considerando as previsões de PIB, inflação, taxa de juros, emprego e renda. Assim, espera-se que o consumo siga em recuperação proporcionando melhores margens para a indústria e para os produtores.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de abril de 2018 que também apresenta a valorização das cotações internacionais do leite.

A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

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Os preços do leite pagos ao produtor tiveram novo aumento em agosto, dando continuidade à valorização que vem sendo registrada desde fevereiro desse ano. Nesse último mês, o leite ao produtor fechou cotado a R$1,66 na média nacional, resultando em alta acumulada de 52,3% desde janeiro. Dos Estados pesquisados todos tiveram aumentos, mas em menor magnitude que as valorizações do mês anterior. Com esse aumento, os preços atuais do leite ficaram 31,6% mais altos que os valores pagos no mesmo mês de 2017.

Por outro lado, com os aumentos de preço do milho e do farelo de soja, a relação de troca, que vinha melhorando para o produtor nos últimos meses, voltou a preocupar. A relação de troca litros de leite / quilo de ração subiu 1,24% em agosto, sendo que nesse mês foram necessários 33 litros de leite para aquisição de uma saca de ração. No mesmo mês do ano anterior eram necessários 29 litros. Acompanhando esse movimento de aumento nos preços dos insumos para alimentação, o custo de produção, medido pelo ICPLeite/Embrapa, voltou a crescer, alta de 2,77% em agosto, na comparação mensal. Já na comparação com o mesmo mês de 2017, o índice de custo de julho está 18% maior.

No varejo, o preço do leite UHT começou a cair, após seis meses de valorização. Mesmo com essa queda, os preços do último mês ficaram quase 29% maiores que os valores praticados em agosto de 2017.

Na balança comercial, os valores das importações brasileiras de leite e derivados continuam menores em relação ao mesmo período de 2017, assim como as exportações. Em agosto, as importações recuaram 13,2% enquanto as exportações caíram 24,1%, em relação ao mesmo mês de 2017.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de setembro de 2018 veja também os dados da Pesquisa Trimestral do Leite divulgados recentemente pelo IBGE, que mostram que a produção nacional inspecionada caiu 0,3% no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano passado. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

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Os dados de captação de leite sob inspeção no primeiro semestre, as variações de preços, custos e a taxa de câmbio são os destaques da conjuntura neste mês. A aquisição de leite recuou 0,4% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado. Somente em maio, em função da greve dos caminhoneiros, a captação caiu 9,3% em relação a maio de 2017.

Mas a greve dos caminhoneiros também teve seu efeito sobre os preços do leite, que aliada ao período de entressafra, acabou levando a uma forte alta em julho e agosto, quando atingiu R$ 1,66 por litro pago ao produtor, na média Brasil. Entretanto, essa alta ao produtor já perdeu força com início das quedas no mercado consumidor e na indústria. A dúvida principal é sobre o tamanho da queda, mas acreditamos que não seja tão acentuada como a observada no 2º semestre de 2017. Essa suposição está baseada em três pontos principais: 1) o volume de importação é menor; 2) a expansão da oferta tende a ficar relativamente estável; 3) os custos seguem em alta, devido principalmente à elevação de preços dos grãos e a taxa de câmbio que recentemente tem pressionado os custos.

Um outro fator de preocupação refere-se as margens dos laticínios, que desde meados de 2016 permanecem deprimidas nos mercados de UHT, pó e muçarela.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de setembro de 2018 que também apresenta dados do cenário internacional, no qual os preços estão em queda. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

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O preço do leite ao produtor em dezembro de 2017 ficou praticamente estável em relação a outubro e novembro, na média nacional. Entretanto, em relação a dezembro de 2016, o preço real foi 11,5% inferior.

Por sua vez, os laticínios continuam com dificuldades para reajustar os preços para os varejistas, embora a demanda neste último segmento tenha apresentado pequena reação.

Apesar disso, a produção inspecionada de leite em 2017 deve superar a de 2016 em cerca de 3,5%, revertendo dois anos seguidos de queda.

Para 2018, apesar das incertezas, geradas pelo ano eleitoral e seus reflexos sobre a taxa de câmbio, existem fatos positivos relacionados a um conjunto de indicadores econômicos que tendem a ser melhores do que os observados nos últimos anos.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de janeiro de 2018 que também apresenta os dados da balança comercial brasileira de leite e derivados em 2017.

A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

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Os preços do leite ao produtor continuam em recuperação, sendo que em maio a valorização mensal foi a maior desde o início desses aumentos em fevereiro desse ano. Nesse último mês, o leite ao produtor fechou cotado a R$1,37 na média nacional, alta de 8,27% na comparação mensal. Essa valorização aproximou os preços atuais dos valores pagos em maio de 2017, sendo essa diferença agora de apenas 1,03% para menos.

Entretanto, esse aumento no preço recebido foi acompanhado pelos aumentos nos preços do milho e do farelo de soja. Assim, a relação de troca leite / ração apresentou uma redução de apenas 1,91%. Já o custo de produção, medido pelo ICPLeite/Embrapa, apresentou novo aumento, mas de menor magnitude que as duas altas anteriores, de 0,23%. De toda forma, em maio o índice de custo fechou 10,93% maior que no mesmo mês de 2017.

No varejo, o preço do leite UHT vem mantendo sua valorização, pelo quarto mês consecutivo, sendo essa última alta de 2,65%. Entretanto, o preço atual ainda está 5,05% abaixo do registrado em maio de 2017.

Na balança comercial, as importações brasileiras de leite e derivados continuam menores em relação ao mesmo período de 2017. Em maio, as importações recuaram 27,6% em relação ao mesmo mês de 2017. No acumulado do ano essa redução foi de 34,8%. Já as exportações registraram queda ainda maior, de 72,1% na comparação com mesmo mês do ano anterior e de 52,2% no acumulado do ano.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de junho de 2018 veja também que o preço do leite em pó integral segue no patamar de US$3.300,00 por tonelada nos mercados da Oceania e da União Europeia. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

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O preço do leite pago ao produtor em dezembro de 2017 fechou praticamente estável em relação ao mês anterior, cotado a R$1,10 na média nacional. Dentre os Estados analisados, a variação de preços ficou da estabilidade até no máximo R$0,02 para mais ou para menos pelo litro do leite. Em relação a dezembro de 2016, a média nacional foi 15% inferior, em termos nominais. 

Nos indicadores de relação de troca, a situação foi semelhante para o produtor em 2017. Apesar do custo de produção, medido pelo ICPLeite/Embrapa, ter fechado o ano com queda de 3,97% em relação a 2016, a redução mais expressiva do preço do leite comprometeu os indicadores de relação de troca. Assim, em dezembro foi necessária maior quantidade de litros de leite para a aquisição de ração na comparação com o mesmo mês de 2016.

No varejo, os preços de leite e derivados registraram nova queda mensal em dezembro em praticamente todas as categorias, com exceção do iogurte e da manteiga. Na comparação anual, as maiores quedas foram no leite condensado (- 15,54%), leite em pó (- 9,56%) e UHT (- 8,44%). Já a manteiga, valorizou 7,68% no período.

Em relação a balança comercial de leite e derivados, o Brasil fechou 2017 com novo déficit, de US$449 milhões. No ano, as importações reduziram 14,7% enquanto que as exportações caíram 34,9%, em valores, na comparação com 2016.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de janeiro de 2018, veja também os dados da produção mundial dos principais países divulgada recentemente pela FAO.

A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.
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A produção nacional de leite sob inspeção continuou crescendo no primeiro trimestre de 2018, segundo os dados preliminares do IBGE. A alta foi de 4,3% em relação ao primeiro trimestre de 2017, sendo o quarto trimestre seguido de expansão.
 
Em abril, os preços do leite ao produtor mantiveram a recuperação iniciada em fevereiro, fechando a R$1,27 na média nacional. Na comparação mensal, esse aumento de 7,75% foi o maior registrado nesses três meses de aumento devido a aproximação da entressafra. Na comparação com os valores pagos em abril de 2017, os preços atuais ainda estão menores em 7,5%.
 
No âmbito do custo de produção, medido pelo ICPLeite/Embrapa, houve aumento de 1,78% em abril, ficando 10,5% acima do índice registrado em abril de 2017. No acumulado desses quatro meses de 2018, o custo já subiu 7,46%.
 
No varejo, o preço do leite UHT também aumentou, pelo terceiro mês consecutivo, sendo esse aumento de 4,9% em abril. Entretanto, o preço atual ainda está 5,77% abaixo do registrado no mesmo mês de 2017.
 
As exportações e importações brasileiras de leite e derivados continuam menores em relação ao mesmo período de 2017. Em abril, as exportações recuaram 14,1%, enquanto que as importações registraram queda de 14,5%. No acumulado do primeiro quadrimestre, o déficit comercial fechou em 110,9 milhões de dólares.
 
Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de maio de 2018, veja também o ranking das maiores empresas de laticínios do Brasil em 2017, que aumentaram em 5,6% a captação de leite sobre o ano de 2016. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

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O volume de leite cru adquirido pela indústria nacional no primeiro trimestre de 2018 cresceu 4,1% em comparação com o mesmo período de 2017. Este desempenho mostra que a produção nacional ainda não foi impactada pela elevação dos custos de produção e pela queda dos preços do leite, iniciados no final de 2017. Entretanto, esse bom desempenho da produção não deverá se repetir nos próximos meses. 

A recente valorização do dólar diante do real é uma boa notícia para o produtor brasileiro no que diz respeito às importações por inibir a entrada de lácteos importados. Por outro lado, essa desvalorização do real pode impactar internamente nos preços do milho e da soja que já encontram-se elevados.

No atacado, a indústria brasileira continua enfrentando problemas de rentabilidade, mas algum repasse de preços já vem acontecendo, sendo que no período de janeiro a abril de 2018, o leite UHT subiu 24% na indústria e 8% ao consumidor.

A expectativa é que os repasses de preços continuem nos próximos meses, por um conjunto de fatores: início da entressafra; aumento dos custos de produção e desaceleração da oferta; recomposição de margens ao longo da cadeia produtiva; recuo das importações; desvalorização do real frente ao dólar; bons preços internacionais e melhoria das condições econômicas.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de maio de 2018 que também apresenta uma análise da oferta mundial de leite que tem refletido na estabilidade no preço do leite em pó integral. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

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Os preços do leite pagos ao produtor tiveram uma expressiva valorização em julho, referente ao leite entregue em junho aos laticínios, período logo após o fim da greve dos caminhoneiros. Nesse último mês, o leite ao produtor fechou cotado a R$1,59 na média nacional, alta de 13,08% na comparação mensal. Dos Estados pesquisados todos tiveram aumentos superiores a 10%, com exceção da Bahia. Essa valorização fez com que os preços atuais do leite superassem os valores pagos no mesmo mês de 2017 em mais de 18%.

Outro fato positivo para os produtores foi a redução de preço do milho e do farelo de soja. Assim, a relação de troca litros de leite / quilo de ração apresentou a quarta melhora consecutiva, sendo essa última a mais expressiva em termos percentuais. Apesar disso, os índices de relação de troca continuam piores para os produtores de leite quando comparados com os valores registrados há um ano atrás.  Acompanhando esse movimento de redução nos preços dos insumos para alimentação concentrada do rebanho, o custo de produção, medido pelo ICPLeite/Embrapa, apresentou queda de 0,30% em julho, na comparação mensal. Já na comparação com o mesmo mês de 2017, o índice de custo de julho fechou 15,42% maior.

No varejo, o preço do leite UHT continuou em elevação em julho, com alta de 11,99%, completando o sexto mês consecutivo de alta. Nesse cenário, os preços do último mês ficaram quase 28% maiores que os valores praticados em julho de 2017.

Na balança comercial, as importações brasileiras de leite e derivados continuam menores em relação ao mesmo período de 2017. Em julho, as importações recuaram 14,6% em relação ao mesmo mês de 2017. No acumulado dos sete meses de 2018, essa redução foi de 32,9%. Já as exportações registraram queda ainda maior, de 57,8% na comparação com mesmo mês de 2017 e de 57,4% no acumulado de janeiro a julho de 2018.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de agosto de 2018 veja também os últimos dados de preços no mercado internacional, que mostram a desvalorização recente do leite em pó integral na Oceania, que iniciou agosto na faixa de US$3.000,00 por tonelada. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

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Os preços do leite pagos aos produtores apresentaram recuperação em fevereiro de 2017 após 5 meses em queda, fechando a R$1,32 por litro na média nacional. Esse aumento foi registrado em todos os Estados analisados. Já em relação ao mesmo mês de 2016, os preços pagos em fevereiro ficaram 20,5% superiores na média.

Outro aspecto positivo para os produtores foi a melhora na relação de troca, pelo segundo mês consecutivo, com redução na quantidade de leite necessária para aquisição de milho e soja, bem como no índice de custo de produção do leite (ICPLeite Embrapa).

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de março de 2017 veja também os seguintes destaques:

A produção de leite sob inspeção no Brasil registrou em 2016 a segunda queda consecutiva, fechando o ano com 23,14 bilhões de litros, valor 3,7% menor que o registrado em 2015, conforme os dados oficiais do IBGE divulgados no dia 15 de março.

A balança comercial de leite e derivados acumulou novo déficit em fevereiro de 2017, de R$39 milhões de dólares, resultando no expressivo crescimento desse indicador, da ordem de 1.482% frente a fevereiro de 2016. O resultado foi fruto do aumento das importações (+145,4%), principalmente de leite em pó e queijos, associado a redução das exportações (-24,9%).

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As quedas de preços do leite na indústria e no mercado consumidor iniciadas em agosto refletiram no preço pago ao produtor nesse último mês. Em setembro, os produtores receberam R$1,59 por litro de leite, redução de 4,4% em relação a agosto, na média nacional. A expectativa é que as esperadas quedas no preço do leite até o final deste ano, devido ao fim da entressafra, sejam em menor magnitude que no ano anterior.

O custo de produção de leite continua em alta com o ICPLeite/Embrapa registrando aumento de 0,68% em setembro. A relação de troca ao produtor piorou em setembro, sendo necessários 34,4 litros de leite para compra de 60 kg de concentrado. No mercado de grãos, o preço do milho caiu quase 12% nos últimos 60 dias, enquanto as cotações do farelo de soja estão mais firmes com pequena alta no período. 

As importações de leite em pó continuam menores no acumulado do ano. Com a redução nos preços internos do leite, a competitividade do produto importado deve continuar reduzida, mesmo com a recente valorização do real.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de outubro de 2018 que também apresenta os dados da Pesquisa Pecuária Municipal divulgados recentemente pelo IBGE. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura

Caso tenha interesse em ver essa análise em vídeo assista a entrevista concedida ao programa DBO na TV do canal Terra Viva clique aqui.

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Após um ano com preços reais do leite pagos ao produtor acima dos valores praticados em anos anteriores, o produtor brasileiro viu a inversão desse cenário positivo. A esperada redução dos preços iniciou-se dois meses antes e de forma bastante expressiva. Além disso, os preços do milho e da soja começaram a se valorizar nos últimos meses. Nesse cenário, a atividade leiteira nacional passou de um primeiro semestre de euforia para um segundo semestre de preocupação.

No atacado e varejo, a situação não é diferente. O preço do leite UHT no atacado começou a cair em maio, enquanto que no varejo, as quedas começaram em junho. Dessa forma, a indústria tem registrado margens abaixo da média histórica para o leite UHT e queijo.

Um aspecto positivo recente foi a reação do mercado do leite UHT a partir da terceira semana de outubro. Esse início de recuperação tende a minimizar a queda do preço do leite ao produtor em novembro com perspectivas de estabilidade ou até ligeiro aumento a partir de dezembro, dependendo da reação da demanda do consumidor.

No âmbito da balança comercial brasileira, o volume importado de lácteos continua reduzindo substancialmente, com queda de quase 30% no acumulado de 2017. No mercado internacional, a oferta global de leite voltou a crescer refletindo nas cotações dos últimos leilões da Plataforma Global Dairy Trade (GDT) que estão em queda.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de novembro de 2017 que também apresenta uma análise do mercado do leite pasteurizado que tem conseguido operar com margens acima da média histórica.

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Após dois anos de quedas consecutivas, iniciada em 2015, a produção brasileira de leite sob inspeção voltou a crescer em 2017. O aumento foi 4,03% em relação a 2016, totalizando cerca de 24 bilhões de litros. Entre as regiões do País, o maior crescimento percentual aconteceu no Nordeste, enquanto o maior crescimento em volume ocorreu no Sul do Brasil.

No âmbito de preços, as cotações ao produtor subiram pelo segundo mês consecutivo, fechando em R$1,18/litro em março de 2018. Na comparação anual, no entanto, os preços encontram-se 12,5% abaixo do valor registrado em março de 2017.

Apesar desse aumento no preço do leite, os indicadores de relação de troca continuam piorando, sobretudo pela valorização do milho. Em março foram necessários mais litros de leite para aquisição da saca de milho. O custo de produção, medido pelo ICPLeite/Embrapa, subiu cerca de 5,3% em março de 2018, ficando 3,58% acima do valor de março de 2017.

No varejo, o grupo de leite e derivados também registrou pequena elevação em março, de 1,09%, com destaque para a alta do leite UHT, de 3,42%.

As exportações e importações brasileiras de leite e derivados continuam menores em relação ao mesmo período de 2017. O déficit comercial melhorou, recuando de 125 milhões de dólares no primeiro trimestre de 2017 para 75 milhões de dólares no mesmo trimestre de 2018.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de abril de 2018, veja também que o leite em pó integral fechou março relativamente estável, no patamar de US$3.200,00 por tonelada nos mercados da Oceania e da União Européia. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

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