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A força do Agro e do Leite no Brasil

Recentemente, começou a ser veiculada em rede de televisão a seguinte mensagem: "Agro é leite!
AGRO a indústria-riqueza do Brasil"


As informações mostradas são de que quase metade do leite produzido no Brasil vem de pequenas fazendas, 47% do volume total. Para 1,2 milhões de produtores o leite é o salário do mês. Leite é a atividade que mais gera emprego no País, mais de 4 milhões de pessoas trabalham nas indústrias de laticínios e no campo com a produção primária.

Só o faturamento de 2016 foi de 27 bilhões de reais. A produção leiteira avançou muito e hoje as vacas campeãs produzem mais de 100 litros por dia. O leite é o ingrediente básico de doces e salgados que fazem sucesso no mundo inteiro. Leite é cálcio para os ossos, e é proteína para a economia, e termina com: Leite é Agro. Agro é tech. Agro é pop. Agro é tudo.

A seguir alguns números que reforçam a importância do agronegócio e em especial da produção de leite para o País.

O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou o resultado de junho/2017 do cadastro geral de empregos. Os resultados apontam expansão de postos de trabalho do emprego formal e o saldo positivo foi, em maior número, de postos gerados na agropecuária, de 117 mil. Os estados que mais empregaram foram Minas Gerais, Mato Grosso e Pernambuco.

A CNA estimou que a produção de leite em 2017 será de 34,9 bilhões de litros, com preços médios de R$ 1,32 por litros, o que deve gerar um faturamento de R$ 46,8 bilhões. Esse valor será 3,3% superior ao encontrado em 2016, que foi de R$ 44,7 bilhões, e muito superior ao mencionado no vídeo, de R$ 27 bilhões. O leite representa 24% do valor bruto da produção (VBP) gerado pela pecuária, sendo inferior somente ao da carne bovina e superior ao valor da produção de frangos, suínos e ovos, como se observa na Figura 1.

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Para os produtos que representam a proteína animal, a estimativa para 2017 em relação ao ano anterior, é de incremento do faturamento do setor de suínos em 12,1%, de ovos em 9,6% e de leite em 3,3%. Para a carne bovina e para o frango se estima uma redução de aproximadamente 8%.

Quando foi deflagrada a operação carne fraca, ocorreu um forte impacto nas exportações, principalmente a de carne bovina, que tem a maior participação no segmento da pecuária, de 44,8% e de 16,3% no total da agropecuária. Comparado os períodos de janeiro a julho de 2017 com igual período de 2016, a carne reduziu 10,1% e o preço médio está caindo desde fevereiro de 2017.

BUSCA DE PRODUÇÃO É CONSTANTE - O valor bruto da produção (VBP) Agropecuária de 2017, mensurados a preços reais de julho de 2017, deverá atingir R$ 531,7 bilhões, redução de 2,58% em relação ao faturamento de 2016, que foi de R$ 545,8 bilhões. Essa variação foi reflexo da queda acentuada dos preços de produtos, como a soja (16,7%), o milho (31,5%) e a carne bovina (10,1%). Esses três produtos respondem por 48,9% do VBP da agropecuária.

Sobre os avanços na atividade leiteira, em várias regiões existem produtores especializados no leite, utilizando diversas raças e seus cruzamentos. Entre esses produtores, a produção por animal é uma busca constante e o crescimento alcançado é excelente. Alguns registros, de produção diária em torneio leiteiros, são superiores a 100 litros na raça Holandesa e Girolando, próximo de 70 litros com animais Jersey e de 60 litros com vacas Gir, mas a média nacional ainda é baixa, de aproximadamente 8 litros/dia.

A produtividade animal cresce em todos os estados brasileiros, na Figura 2, está a produção média por vaca ordenhada por ano nos dez estados com maior índice. Observa-se o grande crescimento da média nos três estados da Região Sul, liderados pelo Rio Grande do Sul, que alcançou mais de 3 mil litros/vaca/ano em 2015.

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Sobre a utilização, estima-se que um terço do leite produzido no País é utilizado como ingrediente básico para os mais diversos produtos, não só na nossa alimentação como doces e salgados, mas também na indústria de higiene pessoal, cosméticos e medicamentos. Mais de noventa produtos têm o leite ou a proteína do leite na sua composição. Os outros dois terços da produção, cerca de 24 bilhões de litros são consumidos na forma de leite fluido ou de derivados lácteos, como os queijos e iogurtes.

Para finalizar, as evoluções tecnológicas e de gestão estão acontecendo de forma silenciosa na atividade leiteira. O leite caminha para uma pecuária inteligente, onde a disponibilidade de tecnologias é cada vez mais forte, por exemplo, a biotecnologia, os veículos autônomos, como são os tratores, drones, robôs e os sensores.

Apesar da importância do setor, ele não é reconhecido e valorizado como merece e as vezes é penalizado, como exemplo a falta de estradas adequadas para o escoamento da produção. É importante reforçar que o Agro garante nossa comida, nossa roupa, nossas flores, nossa vida, e que Agro é gente!

Artigo que publiquei na Revista Balde Branco de agosto/2017.

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O setor lácteo nacional está vivenciando uma mudança de humor. O ambiente de motivação do segundo semestre de 2016 e primeiro semestre de 2017 cedeu lugar a um cenário mais negativo. Mas existem fatores positivos que precisam ser valorizados.

No âmbito internacional, a tonelada do leite em pó Integral no Global Dairy Trade passou de US$2.479 em agosto de 2016 para US$3.149 em agosto deste ano, uma alta de 27%.

Entre janeiro e julho de 2016 entraram cerca de 1 bilhão de litros de leite via importação, recuando para 864 milhões de litros no mesmo período de 2017, uma queda de 14%.

Assim, o problema atual é conjuntural e reflete a combinação de três fatores: elevação relativa da oferta interna, queda na demanda e baixa rentabilidade da indústria.

O volume de vendas de produtos lácteos recuou cerca de 4,5% no primeiro semestre de 2017 ante o mesmo período de 2016. Isso provocou recuo na margem dos laticínios, elevação de estoques nas principais empresas e queda antecipada das cotações ao longo da cadeia produtiva.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de Agosto de 2017. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura


No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

 

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O mês de julho confirmou a expectativa de queda nos preços do leite pago ao produtor, que fechou a R$1,34 na média nacional. Esse movimento de baixa foi verificado em todos os Estados analisados com exceção da Bahia, em que os preços se mantiveram estáveis. Pela primeira vez no ano, os preços nominais ficaram abaixo dos valores pagos ao produtor no mesmo mês do ano anterior, que coincide com o início do pico de preços registrado em 2016.

Essa situação afetou negativamente a relação de troca do leite ao produtor, que registrou o primeiro aumento na quantidade de leite necessária para aquisição de milho, farelo de soja e ração neste ano. Entretanto, na comparação com o mesmo mês de 2016, a relação de troca continua favorável ao produtor atualmente, sendo a quantidade de leite necessária para aquisição de 60 kg de ração 26,77% menor.

A queda de preços ao produtor está relacionada a baixa demanda e dificuldade de repasse de preços dos produtos lácteos ao consumidor. Os preços de julho de 2017 do leite UHT no varejo ficaram 22,68% menores que a um ano atrás.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de agosto de 2017, veja também que a balança comercial de leite e derivados registrou novo déficit em julho de 2017. Mas importante destacar a queda nas importações de 13,5%, sendo que no leite em pó essa queda foi superior a 25% se comparado ao mesmo mês de 2016.

A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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Esta é a segunda edição do Ideas for Milk - Desafio de Startups. Empreendedores interessados em investir na mais extensa cadeia do agronegócio no país, com faturamento superior a R$ 67 bilhões, no ano passado, têm até 10 de setembro para se inscrever

A Embrapa Gado de Leite está lançando a segunda edição do Ideas for Milk - Desafio de Startups – competição nacional com o objetivo de estimular ideias inovadoras em modelo de negócio, produto, processo ou serviço, baseadas em software web, aplicativo mobile e/ou solução em hardware, incluindo Internet das Coisas (IoT), promovendo a eficiência no setor lácteo. As inscrições devem ser feitas pelo site www.ideasformilk.com.br, até 10 de setembro.

O chefe da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, explica que a proposta do Ideas for Milk é aproximar o setor lácteo da era digital – a indústria 4.0. “Tudo que é importante hoje tem que caber em um smartphone e, sob este aspecto, estamos atrasados. Precisamos de soluções tecnológicas para o leite que garantam aos produtores e aos empresários a tomada de decisões de maneira rápida, segura e que capture valor para quem se dedica à atividade leiteira”, afirma. Proposto pela Embrapa Gado de Leite, o Ideas for Milk tem como parceiros a Carrusca Consulting, o Agripoint, o Qrânio e a Kick Ventures.

A maior cadeia do agronegócio

Considerada uma das mais extensas do agronegócio brasileiro, a cadeia do leite está presente em 99% dos municípios, emprega 4 milhões de trabalhadores e responde por um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) do país. No ano passado, o faturamento foi de R$ 67 bilhões.

O gigantismo do setor marcado pela pulverização e heterogeneidade enfrenta desafios proporcionais e, na mesma medida, oferece oportunidades para empreendedores digitais nas diversas etapas do processo produtivo: desde a produção de insumos agropecuários, passando pela rotina das fazendas, logística, indústria de laticínios até chegar ao mercado e ao consumidor final.


Novidades do Ideas for Milk 2017

Na edição deste ano, as etapas de validação e análise das propostas foram simplificadas. Para a inscrição, além de preencher o formulário disponível no site, os empreendedores devem apresentar um pitch – uma descrição objetiva e comercial da solução, gravada em vídeo de até quatro minutos. A exigência segue o modelo proposto nos eventos para investidores, a fim de comprovar que a ideia é boa, realizável e sustentável.

O Ideas for Milk 2017 será disputado em quatro fases: homologação, classificação, solução para o agronegócio do leite e final. Na fase de homologação, os organizadores vão analisar a documentação apresentada para validar a inscrição. As propostas que atenderem ao regulamento seguem para a etapa de classificação, quando serão submetidas a uma Comissão Avaliadora composta por representantes das entidades realizadoras e correalizadoras do Ideas for Milk e convidados.

Nesta fase, serão selecionadas 40 propostas. Elas seguem para a etapa de definição das cinco melhores soluções para o agronegócio do leite. Destas, uma será considerada a grande vencedora do desafio, após a apresentação presencial das cinco finalistas para uma banca examinadora, em dezembro deste ano. Os resultados de cada etapa serão comunicados aos participantes por e-mail e no site do Ideas for Milk.


Desafio direto na fazenda

Um inédito hackaton rural, o “Vacathon”, vai movimentar as instalações da Embrapa Gado de Leite durante cinco dias, em dezembro. O Vacathon é a primeira maratona de programação na qual as equipes, formadas em instituições de ensino superior, irão explorar dados abertos de pesquisas da Embrapa Gado de Leite para desenvolver projetos de software e hardware.A proposta é permitir que os times conheçam mais sobre temáticas relacionadas à produção de leite, na fazenda, e possam criar soluções inovadoras com ajuda de pesquisadores da Embrapa e de produtores de leite.

Para o Vacathon, serão convidadas 20 instituições de ensino superior. Cada uma delas poderá inscrever uma equipe liderada por um professor, que atuará como embaixador do programa na instituição. As inscrições podem ser feitas até 3 de novembro.

Antes de iniciar a maratona, as equipes participam de uma etapa de treinamento (bootcamp), na qual os pesquisadores da Embrapa e produtores rurais repassarão informações sobre diversos aspectos da atividade de produção de leite em fazendas. Com base nelas, as equipes terão que desenvolver uma solução computacional na forma de aplicativo para dispositivo móvel ou “vestível”, de software web ou, ainda, solução de hardware e/ou software aplicadas, direcionadas ou baseadas em IoT. A avaliação das soluções propostas, conforme critérios do regulamento, definirá as seis melhores propostas apresentadas.

Agenda Ideas for Milk 2017 - Desafio Startups 

Inscrições: até 10 de setembro
Fases
Homologação: 10 de setembro a 2 de outubro
*2 de outubro: divulgação das 40 propostas selecionadas
Classificação: 15 de outubro a 6 de novembro
Solução para o agronegócio do leite:
6 de novembro - divulgação das cinco finalistas
Final: 8 e 9 de dezembro - apresentação das cinco finalistas e escolha da campeã - Juiz de Fora (MG)

Agenda  Ideas for Milk 2017 - Vacathon

Inscrições: 11 de setembro a 3 de novembro
Realização: De 6 a 10 de dezembro de 2017
Local: Sede da Embrapa Gado de Leite, em Coronel Pacheco (MG).
Participantes: 20 equipes de instituições de ensino superior

Primeira edição repercute ainda hoje

O sucesso da primeira edição do Ideas for Milk, em 2016, com 137 propostas inscritas, repercutiu no mercado brasileiro e até no exterior. A equipe do projeto foi convidada para participar do painel Seeds of Our Future - Agtech & the Connected World, que integrou a programação do Sillicon Valley Forum, realizado em San Francisco (EUA), no Vale do Silício (EUA), em abril deste ano. O Governo da Índia – maior produtor mundial de leite – também manifestou interesse em conhecer o programa por meio de visita do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, àquele país. “Colocamos o pé na água e isso gerou um tsunami. Não é teoria, dá resultado mesmo”, enfatiza o consultor Cezar Taurion, da Kick Ventures, uma das empresas correalizadoras.

A SCL Rota, por exemplo, startup de Belo Horizonte (MG) que venceu o desafio no ano passado, já oferece o sistema que gerencia a coleta do leite nas fazendas para grandes laticínios como Verde Campo e Porto Alegre. Outros produtos estão em desenvolvimento e as startups participam de programas de aceleração. Recentemente, a Systec Feeder, que desenvolve um protótipo para alimentação de bezerras, foi procurada por uma gigante de nutrição animal que está montando uma fazenda totalmente informatizada, na França, e busca projetos inovadores ao redor do mundo.

Ideas for Milk 2016 em números

24 eventos 137 projetos 11 Universidades
35 instituições 29 mentores 106 avaliadores
8 propostas finalistas

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Em julho, o custo de produção do leite, medido pelo ICPLeite / Embrapa registrou aumento de 0,08%. Esse resultado foi o primeiro acréscimo mensal no indicador de custo da atividade registrado em 2017. Os grupos que contribuíam para esse resultado foram a qualidade do leite e energia e combustível. Os custos relacionados à alimentação concentrada e volumosa, que vinham puxando o indicador para baixo, continuam em queda, mas em menor magnitude.

No acumulado do ano de 2017, a situação ainda é favorável ao produtor, com redução do custo de 8,68% nesses sete meses do ano. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o custo de produção do leite está 9,35% menor, puxado exclusivamente pela redução nos preços da alimentação concentrada.

Mais detalhes sobre essas variações por períodos e por grupos, bem como a metodologia de cálculo, estão disponíveis na publicação ICPLeite / Embrapa da Plataforma de Inteligência Intelactus, que pode ser acessada no site: http://www.cileite.com.br/content/%C3%ADndice-de-custo-de-produ%C3%A7%C3%A3o-de-leite-4

Caso tenha interesse em mais informações atualizadas sobre o mercado do leite não deixe de acessar o site do Centro de Inteligência do Leite. Para receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) do Centro de Inteligência é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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 A última grande crise do setor lácteo no âmbito mundial, entre 2015 e 2016, chegou agora ao seu final. Esse foi o principal destaque da 18º Conferência Anual da IFCN (sigla em inglês para Rede Internacional para a Comparação de Sistemas de Produção de Leite), realizada em junho de 2017 na Alemanha, tendo a Embrapa como representante brasileira.

Nesse último mês de junho, o preço mundial para o leite recuperou seu patamar histórico dos últimos dez anos. Como comparação, em maio de 2016, o preço representava apenas 58% desse valor. Em decorrência da citada crise, a produção mundial cresceu apenas 1,1% em 2016, menor crescimento desde 1998, enquanto que o número de produtores de leite, que apresentou crescimento constante nas últimas décadas, no biênio 2015/2016 reduziu-se pela primeira vez.

No Brasil, a produção total cresceu 3,6% ao ano entre 2006 e 2015, enquanto que em 2016, estima-se retração entre 3% e 4%. No período, os custos de produção se mantiveram dentro da média mundial. No entanto, os produtores nacionais receberam preços melhores do que o preço médio de referência mundial. Nesse cenário, a sinalização de preços no final deste primeiro semestre indica condições mais promissoras para recuperação da produção em 2017.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de Julho de 2017. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

 

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A inseminação artificial é uma ferramenta importante para a obtenção de animais mais produtivos no rebanho. Na hora de escolher os touros adequados, é importante conhecer o desempenho de cada um nos programas de melhoramento genético das raças leiteiras.

As edições 2017 dos sumários das raças Guzerá, Gir e Girolando já estão na biblioteca virtual da Embrapa.

Acesse cada uma das publicações clicando nas imagens:

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Após quatro aumentos consecutivos, o preço do leite pago ao produtor apresentou ligeira redução em junho de 2017, fechando a R$1,38 por litro na média nacional. Entretanto essa inversão de tendência ainda não se difundiu em todos os Estados analisados, sendo registrados aumentos em São Paulo, Paraná, Bahia e Santa Catarina, e redução em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.

Essa situação está relacionada a baixa demanda e consequente queda dos preços dos produtos lácteos no varejo, que registraram reduções em todos os itens analisados, com exceção do creme de leite e manteiga, em junho em relação ao mês anterior. No caso do leite UHT, os preços de junho de 2017 fecharam 6,06% menores que a um ano atrás.

Por outro lado, a relação de troca do leite e o custo de produção continuam melhorando para o produtor pelo sexto mês consecutivo. Em junho, a quantidade de leite necessária para aquisição de 60 kg de ração foi 43% menor que no mesmo mês de 2016, enquanto o custo de produção está 9% inferior.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de julho de 2017, veja também que a balança comercial de leite e derivados fechou o primeiro semestre de 2017 com déficit de 268,637 milhões de dólares, devido ao aumento de 24,4% nas importações contra apenas 4,5% nas exportações nesse período.

A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1


No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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Em junho, o custo de produção do leite, medido pelo ICPLeite / Embrapa registrou nova queda, a sexta consecutiva. Desde janeiro de 2017 produzir leite está mais barato a cada mês, com redução acumulada nesse período de expressivos 8,75%. Essa situação é inédita desde que o índice começou a ser calculado em 2006.

Nesse último mês, a variação mensal, em relação a maio, foi de -2,80% sendo que nenhum grupo apresentou variação positiva. Dos oito grupos analisados, que compõem o Índice, seis variaram negativamente enquanto que dois não tiveram variação. Destes grupos, o concentrado continua sendo o principal responsável pela queda no custo, puxado pela redução nos preços do milho e do farelo de soja no mercado.

Mais detalhes sobre essas variações por períodos e por grupos, bem como a metodologia de cálculo, estão disponíveis na publicação ICPLeite / Embrapa da Plataforma de Inteligência Intelactus, que pode ser acessada no site: http://www.cileite.com.br/content/%C3%ADndice-de-custo-de-produ%C3%A7%C3%A3o-de-leite-4

Caso tenha interesse em mais informações atualizadas sobre o mercado do leite não deixe de acessar o site do Centro de Inteligência do Leite. Para receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) do Centro de Inteligência é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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A Plataforma de Inteligência Intelactus/Embrapa publicou hoje o boletim de INDICADORES AGRÍCOLAS de junho de 2017. Nessa edição confira os seguintes destaques:

O último levantamento da safra 2016/2017 da CONAB elevou ainda mais a previsão de crescimento da produção, com expectativa de superar 234 milhões de toneladas (+ 25,6% em relação à safra anterior). Destaque para as culturas do milho (+ 41%), feijão (+ 34,9%) e soja (+ 19,4%).

No mercado de insumos, as entregas ao produtor de fertilizantes estão praticamente estáveis no acumulado dos primeiros 5 meses do ano. A produção industrial de defensivos, por outro lado, acumula queda de 5,5% nesse mesmo período.

O mercado interno de máquinas agrícolas voltou a crescer após 2 anos de queda. As vendas no período de janeiro a maio subiram 29,7% em relação ao mesmo período de 2016. Destaque para vendas de tratores de rodas e colhedoras.

As exportações totais do agronegócio registraram crescimento de + 5,9%, em valores, no acumulado de janeiro a maio de 2017 sobre o mesmo período de 2016. Destaque para a soja grão, café grão, celulose, frango e açúcar. Por outro lado, as exportações de carne bovina seguem recuando frente às restrições enfrentadas pela cadeia produtiva.

O preço da arroba do boi gordo continua em queda, pelo sétimo mês consecutivo, acumulando redução de 18% no ano. Bezerro, frango, suíno e leite apresentaram ligeiro aumento nos preços em maio. Soja e milho também registraram pequena recuperação nos preços em maio. No geral, no entanto, os preços dos grãos permanecem abaixo dos valores registrados no ano passado. 

A publicação, de periodicidade bimestral, está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-agr%C3%ADcolas

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de Leite da Embrapa (ICPLeite), Nota de Conjuntura de Mercado do Leite e o Boletim "Indicadores Leite e Derivados", todos de periodicidade mensal. 

Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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O cenário de boa lucratividade para os produtores de leite tem-se confirmando e tende a permanecer nos próximos meses. Este quadro favorável à atividade se sustenta em três fundamentos principais: relação de troca na atividade vem melhorando desde dezembro de 2016; a oferta de leite nos principais produtores mundiais ainda não apresenta sinais de recuperação; recente desvalorização do câmbio que manterá menos atrativa a importação do produto.

Nesse contexto, os dados da pesquisa trimestral do IBGE sinalizaram que, após oito trimestres seguidos de queda, a produção nacional apresentou pequena recuperação no primeiro trimestre de 2017. Por outro lado, a indústria continua com dificuldades para repassar preços para os consumidores e, portanto, com margens restritas.

Por fim, no último leilão da GDT, o fenômeno da valorização da manteiga no mercado mundial mostrou-se ainda mais evidente, com nova valorização do produto.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de Junho de 2017. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura


No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

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Os preços do leite pagos aos produtores apresentaram nova alta em maio de 2017, fechando a R$1,39 por litro na média nacional. Esse aumento foi registrado em praticamente todos os Estados analisados, com exceção de Goiás e Bahia. Já em relação a maio de 2016, os preços pagos ficaram 9,46% superiores na média, em termos nominais.

A relação de troca segue favorável ao produtor de leite pelo quinto mês consecutivo, com redução na quantidade de leite necessária para aquisição de milho e soja, bem como no índice de custo de produção do leite (ICPLeite Embrapa).

Com relação a oferta, o IBGE divulgou a Pesquisa Trimestral do Leite referente ao primeiro trimestre de 2017. Em relação ao primeiro trimestre de 2016 houve incremento de 0,05% na produção de leite sob inspeção, revertendo uma tendência de queda registrada desde o 1º trimestre de 2015.

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus. Na edição de junho de 2017, veja também que a balança comercial de leite e derivados continua deficitária, registrando saldo negativo de 54,2 milhões de dólares no mês de maio, resultando em déficit acumulado nesse ano da ordem de US$221 milhões.

A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral.

Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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Em maio, o custo de produção do leite, medido pelo ICPLeite / Embrapa, manteve sua trajetória de queda contínua verificada em todos os meses de 2017. Essa situação é inédita desde que o índice começou a ser calculado, em 2006. Apesar da pequena variação mensal, em relação a abril, de apenas - 0,13%, no acumulado do ano, essa redução já é superior a 6,5%.

No acumulado dos últimos 12 meses, o custo de produção também está menor, fruto exclusivamente do "concentrado", visto que todos os demais grupos que compõem o índice de custo da Embrapa apresentaram variação positiva nesse período. Isso reflete o peso desse item na composição do custo da atividade, além da magnitude dessa queda que supera os 15% no período.

Mais detalhes sobre essas variações por períodos e por grupos, bem como a metodologia de cálculo, estão disponíveis na publicação ICPLeite / Embrapa da Plataforma de Inteligência Intelactus, que pode ser acessada no site: http://www.cileite.com.br/content/edit-p%C3%A1gina-indicadores-de-conjuntura

Caso tenha interesse em mais informações atualizadas sobre o mercado do leite não deixe de acessar o site do Centro de Inteligência do Leite. Para receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) do Centro de Inteligência é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

 

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As importações brasileiras de lácteos vem apresentando trajetória de queda com os volumes importados em abril se aproximando da média dos últimos 5 anos. Esse resultado pode ser explicado pela redução da competitividade das importações frente ao leite brasileiro, fruto da valorização do produto no mercado internacional.

No mercado interno, o cenário para o produtor de leite continua favorável. As reduções nos preços dos principais insumos para alimentação do rebanho contribuíram para diminuição do custo de produção. Já o preço do leite recebido pelos produtores continua em trajetória de valorização, mas com expectativa apenas de ligeiro acréscimo para os próximos meses, mesmo com a entressafra. Tal situação está associada às dificuldades da indústria para repassar preços.

Por fim, os preços da manteiga no mercado mundial registraram elevação superior a 100% nos últimos 12 meses, fruto do aumento da demanda.

Confira essa análise completa com mais detalhes na NOTA DE CONJUNTURA da Plataforma de Inteligência Intelactus em sua edição de Maio de 2017. A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/nota-conjuntura

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite como o Boletim "Indicadores: Leite e Derivados", além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite), de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só cadastrar no site: http://www.cileite.com.br/user/register 

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Nome do Curso: Treinamento Diagnóstico de Brucelose e Tuberculose

Data prevista: 05 de junho a 09 de junho

Local: Campo Experimental José Henrique Bruschi (Coronel Pacheco-MG)

Objetivo: Capacitar médicos-veterinários formados no diagnóstico de brucelose e tuberculose, procedimentos para coleta de material para diagnóstico de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), segundo normas do PNCEBT (Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose).

Número de vagas: 20

Público alvo: Médicos veterinários formados

Maiores informações:


Pelo link: www.embrapa.br/gado-de-leite/eventos/agenda-de-cursos
Pelo e’mail: cnpgl.nuttec@embrapa.br
Telefone: (32) 3311-7535/7500

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A relação de troca, expressa em litros de leite para aquisição de ração, apresentou melhora expressiva nesse último mês de abril, puxada principalmente pela queda no preço do milho. Desde o início do ano, essa relação vem apresentado melhoras para o produtor, refletindo na queda do custo de produção, medido pelo ICPLeite/Embrapa, que acumula redução de 6,56% no período.

 

Outro fator positivo aos produtores foi a continuidade da trajetória de aumentos nos preços pagos pelo leite, situação já esperada nesse momento pela entressafra. Em abril, o preço valorizou mais de 2% na média nacional, sobre o mês anterior, com aumentos em todos os Estados pesquisados. Em relação a abril de 2016, o preço nominal está 13% superior.
 

Esses dados estão apresentados no boletim mensal de INDICADORES LEITE E DERIVADOS da Plataforma de Inteligência Intelactus.
 

Na edição de maio de 2017, veja também que a balança comercial de leite e derivados, apesar de continuar deficitária, reduziu esse déficit em abril frente ao mesmo mês do ano anterior. Esse resultado foi fruto da queda das importações, que foram quase 15% menores que em abril de 2016.

 

A publicação está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-leite-e-derivados-1

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de leite da Embrapa (ICPLeite) e a Nota de Conjuntura de Mercado do Leite, de periodicidade mensal, além dos boletins com indicadores agrícolas e macroeconômicos, com atualização bimestral. 

Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

 

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O custo de produção do leite vem apresentando trajetória de queda nesse início de 2017. É o que mostra a publicação do Boletim "ICPLeite / Embrapa" de Abril de 2017 da Plataforma Intelactus. O principal responsável por essa redução foi o item "concentrado" que nesse primeiro quadrimestre do ano já apresenta queda superior a 17%.

No acumulado dos últimos 12 meses, o custo de produção também está menor, fruto exclusivamente do "concentrado", visto que todos os demais itens que compõem o índice de custo apresentaram variação positiva nesse período. Isso reflete o peso desse item na composição do custo da atividade.

Mais detalhes sobre essas variações, bem como a metodologia de cálculo, estão disponíveis na publicação, que pode ser acessada no site http://www.cileite.com.br/content/%C3%ADndice-de-custo-de-produ%C3%...

Esses dados reforçam o cenário positivo aos produtores de leite nesse ano, conforme discussão iniciada no fórum desta Rede, disponível em http://www.repileite.com.br/forum/topics/cen-rio-favor-vel-aos-produtores-de-leite-expectativa-versus. Participe desse debate informando como você está vendo a atividade em sua região e as expectativas para 2017.

Caso tenha interesse em mais informações atualizadas sobre o mercado do leite não deixe de acessar o site do Centro de Inteligência do Leite. Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) do Centro de Inteligência é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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A Plataforma de Inteligência Intelactus já disponibilizou o boletim mensal de INDICADORES AGRÍCOLAS. Confira na edição de abril de 2017, os seguintes destaques:

 
Previsão de safra 2016/2017 da CONAB apresenta expressivo crescimento da produção, com destaque para as culturas do milho (37,5%), feijão (30,7%) e soja (15,4%). No geral, a produção de grãos na próxima safra deverá atingir 227,9 milhões de toneladas, crescimento de 22% sobre a safra passada com incremento de área de apenas 3%.
 
Depois das quedas registradas nos últimos três anos, o mercado de máquinas agrícolas começa a mostrar sinais de recuperação. Nesse primeiro trimestre de 2017, as vendas em geral estão bem superiores ao mesmo período de 2016, com destaque para tratores de rodas (+ 50,3%) e colhedoras (+ 28,5%). 
 
As exportações totais do agronegócio, que apresentaram retração de 3,7% em 2016 frente ao ano anterior (em valor), também estão se recuperando, com crescimento de 2,4% no primeiro trimestre de 2017 sobre o mesmo período de 2016. Destaque para o complexo soja, a carne de frango e o açúcar. 
 
Quanto aos preços, soja e milho registraram queda em março, frente a fevereiro, no mercado internacional e doméstico.  No caso do milho, essa queda mensal no Brasil persiste desde novembro de 2016. Dos preços analisados, apenas leite (+ 1,4%) e algodão em pluma (+ 0,3%) apresentaram crescimento em março sobre o mês anterior.

A publicação, de periodicidade bimestral, está disponível no site http://www.cileite.com.br/content/indicadores-agr%C3%ADcolas

No site também estão disponíveis diversas informações atualizadas sobre a cadeia produtiva do leite, além de publicações como o Índice de Custo de Produção de Leite da Embrapa (ICPLeite), Nota de Conjuntura de Mercado do Leite e o Boletim "Indicadores Leite e Derivados", todos de periodicidade mensal. 

Caso tenha interesse em receber e-mails informativos com as publicações recentes (newsletter) é só se cadastrar: http://www.cileite.com.br/user/register

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9846968886?profile=originalNome do Curso: Treinamento de Inseminação Artificial em Bovinos

Data prevista: 29 de maio a 02 de junho

Local: Campo Experimental José Henrique Bruschi (Coronel Pacheco-MG)

Objetivo: Capacitar e reciclar mão de obra com aptidão para realizar o processo de inseminação artificial em bovinos, visando a disseminação e ampliação da adoção da técnica

Número de vagas: 09

Público alvo: Produtores rurais, estudantes de ciências agrárias e profissionais do ramo

 

Maiores informações:

Pelo link: www.embrapa.br/gado-de-leite/eventos/agenda-de-cursos

Pelo e’mail: cnpgl.nuttec@embrapa.br

Telefone: (32) 3311-7535/7500

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Capim Elefante - BRS Capiaçu

9846969083?profile=originalA cultivar BRS Capiaçu é um clone de capim elefante (Pennisetum purpureum Schum) com propagação vegetativa, desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições. Ela se destaca pela elevada produtividade e possibilidade de ser fornecida tanto picada no cocho quanto através de silagem, reduzindo o custo da alimentação.


A cultivar apresenta porte alto (4,20m); touceiras de formato ereto; folhas largas, compridas, de cor verde e nervura central branca; colmos grossos (1,6cm), internódios compridos (16cm) e de coloração amarelada. Apresenta média de 30 perfilhos/m² e florescimento tardio (julho/agosto).

Pontos fortes:

  • elevado potencial produtivo;
  • touceiras eretas e densas;
  • resistência ao tombamento;
  • florescimento tardio;
  • bom valor nutritivo;
  • ausência de joçal (pelos);
  • facilidade de colheita mecânica;
  • permite de 2 a 5 colheitas anuais;
  • produz silagem de boa qualidade;
  • responsiva ao uso de fertilizantes e irrigação.

Pelo link abaixo você poderá obter maiores informações sobre esta cultivar, bem como a forma de sua aquisição pelos viveiristas credenciados para a sua distribuição.


https://www.embrapa.br/busca-de-produtos-processos-e-servicos/-/produto-servico/3745/capim-elefante---brs-capiacu

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Com a  reportagem abaixo exibida pelo Programa Terra Sul, conheça a experiência de um produtor e as orientações de um pesquisador da Embrapa sobre esta cultivar.

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